sábado, 12 de maio de 2012

Blog AMANDO UM DEPENDENTE QUÍMICO


Sobre a autora: Poly P. :

Brazil
Uma mulher de 34 anos, três filhos, casada com um dependente químico há cinco anos e meio. Meu pai morreu numa overdose em 1995. Sou formada em Ciências Contábeis, fiz três módulos de uma Especialização em Dependência Química, e tenho uma Pós-Graduação Lato Sensu em Comportamento Organizacional e Gestão de Pessoas, que é a área que atuo num órgão público estadual. Poetiza. Compositora. Escritora... Blogueira. É isso aí, sou uma mulher comum em meio a uma multidão de outras. Não tenho importância relevante. Minha vida de profissional, dona de casa, mãe e esposa, faz de mim uma pessoa que leva uma vida absolutamente igual a tantas. Não escrevi um livro (ainda). Já plantei uma árvore. E já tive filhos. Acho que não ficarei na lembrança da humanidade. Mas, existe uma coisa que me torna diferente e especial. Algo que colore a minha vida e a destaca das demais: o amor que sinto. Um amor forte e pleno. Um amor com toda a minha alma. Um amor capaz de tudo. Um amor que transforma. Um amor que não acaba... E esse sentimento sim me descreve. Então, sou uma mulher que ama verdadeiramente. Só isso. O resto é resto.

Último post:  quarta-feira, dia 02 de maio de 2012. 

Mostrava-se contente por estarmos no mês de maio. Seu esposo estava 7 meses e 1 dia! Que ótimo, não é mesmo?

Ela, codependente, "mesmo em meio à correria de quem acabou de ser mãe pela terceira vez, tento ler e me atualizar sempre sobre dependência química e codependência, para ajudá-lo no que me for possível." 

Está do lado do maridão, sem nunca deixa-lo ao Deus-dará. É bonito saber que existem mulheres que lutam e não se deixam vencer pelo desânimo. Ela até teria razões de sobra para abandona-lo, mas acima do egoismo, das decepções, das vergonhas, da vaidade, estava o amor e ela não se entregou. Quase que diariamente ela dá noticías, mas faz 10 dias que nada escreveu. Deve ter seus motivos e ninguém é obrigado a escrever sempre. Na Europa, ausência de notícia é bom sinal; no Brasil, tal ausência, não é bom sinal. Mas não nos deixamos levar por tais paradigmas. Ela confesa estar vivendo serenamente e em sintonia com seu amor. Desejamos que tudo continue correndo bem, que o reencontro com a vida seja total e que todos os dias do porvir sejam de muita alegria. 

Vale a pena lutar. Felicidades para o casal!


Um comentário:

  1. Obrigada pela postagem! Graças a Deus, a ausência de notícias indica que está tudo bem sim! Risos. Maridão limpo há 224 dias, ou seja, 7 meses e 11 dias, vivendo um dia de cada vez! Ando meio sumida por estar trabalhando no livro Amando um Dependente Químico, além dos cuidados com um bebezinho de 1,5 mês... Mas, estamos juntos! Neste mês o blog completará um ano, e virá surpresa boa por aí!
    Abraços, companheiro!

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soporhoje10@gmail.com

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