segunda-feira, 24 de maio de 2010

Como é o crack ?





Muita gente indaga: como é essa droga chamada crack? outras querem ver alguém fumando? São codependentes curiosos? Faz tempo que conheci uma senhora, cujo filho fumava maconha e ela chegou ao extremo de pensar em fumar maconha pra tentar compreender a razão do filho não largar o vício. São fatos reais e este tipo de curiosidade é nocivo. Vendo algumas fotos, estas pessoas, que não são poucas, podem matar a curiosidade sem se expor. Nada de querer experimentar. Se alguém cometer tal loucura, será arrastado para o "inferno". É bom ressaltar que "O CRACK É O BEIJO DA MORTE". Portanto, mantenha distância e não se deixe levar pela curiosidade, nem dúvidas extremadas. Basta olhar as fotos e pronto. O resto é o que dizem. Se alguém disser que é uma droga boa, desconfie. Não dá prazer algum. É pura ilusão. Desencadeia um estado de paranóia, com alucinações e manias de perseguição. A pessoa fica confusa. Entretanto, tem viciados crônicos que aparentam estar sob controle. São raros, mas existem. O que se passa na cabeça deles, não sei, mas a maioria diz o que descrevi. É puro pânico provocado pela paranóia, por isso esta droga é alcunhada como "nóia" ou "grú", dentre outras denominações. O cachimbo ganha nome de mulher. Respira-se muita cinza, aumentando o quadro de intoxicação. Tem um cheiro sui generis, que lembra fio queimado, ou borracha queimada. Muita gente da classe média usa no sanitário da própria casa. O medo de se expor leva o jovem classe média mandar alguém comprar, evitando se expor. Meninas muito jovem caem na prostituição. Elas sequer tem noção do que estã fazendo pra ter mais dinheiro pra consumir a droga. Não são apenas gente pobre não. São garotas de classe média e até ricas, todas desgovernadas pelo consumo de crack, associado com bebida alcoólica, como ocorre com a cocaína. As duas drogas compõem uma mistura muito perigosa.

A foto abaixo mostar uma usuária de crack utilizando a droga no cachimbo dela. O cachimpo é feito, geralmente, pelo próprio usuário, ou subtraido de outro.


Crédito da foto acima: http://www.oaktowncrack.com/Smoking_Crack/index.html





Aspecto do crack e seu tamanho. Foto do site Correndo com Saúde, Crak nem pensar.

Caso queira ver mais entre no site Profissão Reporter (CACO BARCELOS) e assista diversos vídeos sobre esse mundo triste:

Opinião sobre a propaganda referente ao crak, na Bahia, leia otexto do   de Samuel Celestino:

FILÓSOFO CONTESTA PROPAGANDA ANTICRACK DA BAHIA

10:20:22
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A propaganda do Governo do Estado contra o crack, que aponta 80% dos homicídios da Bahia como derivados do crack, é alvo de duras críticas do professor de filosofia da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (Ufrb), Ricardo Henrique Andrade. Em artigo publicado no A tarde deste domingo (4), o docente argumenta que a publicidade oficial volta a colocar no mesmo saco os consumidores e traficantes da pedra, droga de alto efeito viciante e que é capaz de arruinar vidas em velocidade recorde, ao passo em que se recusa a tratar seriamente o problema do consumo de drogas, lícitas ou ilícitas. Para o filósofo, mais uma vez se usa de recursos de autoridades de números “no melhor estilo ‘pânico e terror’” para ludibriar o senso crítico. O professor traz ainda uma dúvida sobre a veracidade da informação. “(...)Sobre a autoria desta pesquisa: quem a assina? Quais foram os pesquisadores, a instituição ou comunidade científica que a realizou? Qual o grau de confiabilidade científica que possuem esses dados? Quem os aferiu? Sempre ouvi falar que a maioria absoluta dos homicídios não é sequer esclarecida pela polícia. E eis que agora já conhecemos de uma só vez o 'responsável' de pelo menos 80% deles!”, alega. Além disso, a publicidade não discute de quem é a responsabilidade pelos homicídios, se de quem os pratica e quem os sofre, e de que não há um público-alvo para a propaganda. “Para autoridades que falam abertamente em saneamento ao nomear suas ações, esta propaganda servirá para desviar a atenção da escandalosa afronta aos direitos humanos a que assistimos diariamente: a violência policial que é responsável pela morte de jovens negros e pobres na periferia.”


http://www.depoisdoalmoco.com.br/index.php/2010/05/dunga-e-rbs-tv-campanha-anti-crack/


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